Julia Valsecchi | Guilherme Otani

Julia Valsecchi

GO: Desde quando, e como, surgiu o Café Vinil?
Julia Valsecchi: A crescente venda caseira dos doces que eu confeccionava fez surgir a necessidade de termos um ponto fixo; e este ponto fixo passou a precisar ser perto de casa a partir do momento que engravidei de gêmeos (já tínhamos dois filhos), pois conciliar o cuidado com quatro crianças com o trabalho não era tarefa geograficamente fácil.
Daí, em 2006, nasceu o Café Vinil (em Poá); com doces e cervejas.

GO: Seus doces são extremamente elogiados e desejados. Qual é o segredo? Quais são os best-sellers?
JV: Fico muito feliz quando ouço isto! A naturalidade de nosso trabalho ganha brilho extra com ingredientes da mais alta qualidade, como o chocolate belga. É extremamente prazeroso, para mim, ficar dez horas (ou mais) numa cozinha!
Segredo? Tenho um: ser movida a fazer os doces como e quando quero, sempre que possível. Se é para ser feito com amor, que também seja feito com vontade!
(…)
Em 2015 venci o “Que Seja Doce”, no GNT
(…)
Nossos best-sellers são os macarons, os brigadeiros e as tortas.

GO: Há algum tempo, ainda em Poá, o Café Vinil fez uma incursão pelo cardápio de pub. Fale a respeito.
JV: Em 2015 meu marido Regis decidiu abrir um pub na rua do Café. Tudo foi pensado e elaborado a quatro mãos (inclusive o menu pois, para quem não sabe, ele e um cozinheiro de mão cheia!). Fiquei à frente da cozinha por um ano e meio.

GO: Como se deu a abertura de uma unidade em Mogi?
JV: Sempre tivemos muitos clientes de Mogi; e a maioria deles pedia por uma unidade mogiana.
(…)
Recebemos um convite para abrir o Café Vinil no ComVem Patteo Mogilar e, depois de alguns meses, o fizemos (em breve teremos novidades, lá) com uma enorme variedade de rótulos de cerveja – são mais de 300 -, dez torneiras de chope em barris refrigerados, delicioso cardápio a la carte e, claro, os aplaudidos doces.

Comentários

Comentários

Deixe uma resposta