Algum tempo atrás, pensar na pintura da casa significava pensar apenas nas paredes, uma vez que geralmente nos concentramos no que está na altura dos olhos. Ultimamente, no entanto, o teto ganhou destaque, e o que dita a pegada de tal pintura é a personalidade do morador (ou o que se deseja transmitir no espaço).
Antes de começar, é importante saber se o teto (obviamente forrado) possui algum problema de infiltração ou mofo. Se a resposta for positiva, a prioridade é consertá-lo.
Importante: nenhuma cor é contraindicada, muito pelo contrário. Se você está com medo de se arrepender, comece aplicando um tom pastel; para se adaptar. O resultado mais suave, ainda assim, imprimirá personalidade.
Móveis e objetos possuem cores neutras? Se sim, as chances de acertar com tons vivos são maiores. Caso a mobília e os itens decorativos já possuam cores mais fortes, talvez seja interessante optar por tons mais suaves ou neutros.
Para a arquiteta Ludmila Costa, uma boa opção fica por conta da instalação de papéis de parede com textura de madeira ou palha (recomendamos que o leitor veja as opções da Bella Cintra), pois eles conferem aconchego e, ao mesmo tempo, são materiais neutros; que não necessariamente precisam ter cor (ótimos para quem não quiser se arriscar muito). “Garanto que o acabamento desta forma vai surpreender: você não entenderá o porquê de não ter feito isto antes!”, finaliza Ludmila, autora do projeto/foto (créditos para Rita Bonanata) que ilustra este post.








