Foi-se o tempo em que utilizar esquadrias de alumínio era sinônimo de permanecer no básico (branco, preto ou bronze). Atualmente, pode-se valer de técnicas de pintura que imprimem tons de madeira ou, até mesmo, de aço inox.
O tipo de pintura mais utilizado é a eletrostática, liquida ou a pó; feita com pistola de tinta. Ela resiste à corrosão, não utiliza solventes e possui acabamento brilhante ou fosco. É o processo mais conhecido.
Há, ainda, a anodização, que consiste em um processo químico que impregna cor no perfil de alumínio. Ela produz película protetora e isolante elétrica, confere maior durabilidade e resistência (à corrosão, maresia, atrito, oxidação e outros) e, de quebra, conta com grande variedade de cores e tipos de acabamentos (polido, jateado ou escovado).
Em tempo
Ainda quanto ao acabamento em madeira, também é válido notar a boa relação custo-benefício (se comparada à utilização do material verdadeiro), as diversas opções de tonalidades, tipos e cores e a resistência à corrosão; além na inequívoca utilização cada vez maior.
Opinião
De acordo com a arquiteta Gerlene Kruse, além das variedades de acabamento é importante que se lembre da grande versatilidade que as esquadrias de alumínio proporcionam, com várias formas de abertura, muitas alturas (atingindo grandes pés-direitos), venezianas, persianas, ripados e, até mesmo, pergolados e biombos. As aplicações, saliente Gerlene, são inúmeras!
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As fotos que ilustram esta matéria são de obras executadas pela Conceito Esquadrias